
Ontem à noite uma forte tempestade inundou minha rua e impediu que eu fosse à missa. Bom, precisava de um barco, mas eu não tinha um barco... De qualquer forma, isso me proporcionou uma partilha muito proveitosa com alguém que precisava abrir o coração.
Não podia fazer nada para mudar o que aconteceu com essa pessoa. Não tenho o poder de apagar as marcas que o tempo deixou, não podia voltar e criar uma nova realidade. O que eu podia era escutar.
E escutando foi que Deus colocou no meu coração que eu precisava falar. Precisava dizer que não era essa a forma que aquele coração deveria olhar o passado. Aqueles pensamentos não eram de Deus. Havia algo que machucava naquelas lembranças, havia algo que não era a realidade dos fatos.
Somos humanos, não somos perfeitos. Tenho certeza de que quando fazemos as coisas com amor, fazemos o nosso melhor. E se fazemos com amor, Deus está conosco, Ele está nos guiando e tudo está conforme Ele está permitindo. Afinal, Deus é amor.
É maravilhoso descobrir que não somos como computadores, os quais guardam os dados de uma forma que sempre são recuperados do mesmo jeito. Com a gente é diferente, hoje um acontecimento pode parecer por demais doloroso, mas com novas perspectivas, começamos a enxergar diferente, de uma forma mais madura e sem aquele peso. Assim, quando "recuperamos"os dados, eles não são mais os mesmos.
Isso que é cura interior. É uma via de dois sentidos, uma de quem escuta e outra de quem se abre. Para que ela aconteça são necessários dois lados, você e Deus, você e um amigo ou você e alguém disposto a colocar em prática um dom preciosíssimo, que está escasso nos dias de hoje: o dom de escutar.
No final das contas, acho que mais fui ajudado do que ajudei. Que Deus o abençoe para que você sempre possa estar aberto a este dom.
Não podia fazer nada para mudar o que aconteceu com essa pessoa. Não tenho o poder de apagar as marcas que o tempo deixou, não podia voltar e criar uma nova realidade. O que eu podia era escutar.
E escutando foi que Deus colocou no meu coração que eu precisava falar. Precisava dizer que não era essa a forma que aquele coração deveria olhar o passado. Aqueles pensamentos não eram de Deus. Havia algo que machucava naquelas lembranças, havia algo que não era a realidade dos fatos.
Somos humanos, não somos perfeitos. Tenho certeza de que quando fazemos as coisas com amor, fazemos o nosso melhor. E se fazemos com amor, Deus está conosco, Ele está nos guiando e tudo está conforme Ele está permitindo. Afinal, Deus é amor.
É maravilhoso descobrir que não somos como computadores, os quais guardam os dados de uma forma que sempre são recuperados do mesmo jeito. Com a gente é diferente, hoje um acontecimento pode parecer por demais doloroso, mas com novas perspectivas, começamos a enxergar diferente, de uma forma mais madura e sem aquele peso. Assim, quando "recuperamos"os dados, eles não são mais os mesmos.
Isso que é cura interior. É uma via de dois sentidos, uma de quem escuta e outra de quem se abre. Para que ela aconteça são necessários dois lados, você e Deus, você e um amigo ou você e alguém disposto a colocar em prática um dom preciosíssimo, que está escasso nos dias de hoje: o dom de escutar.
No final das contas, acho que mais fui ajudado do que ajudei. Que Deus o abençoe para que você sempre possa estar aberto a este dom.
É isso aí, Javé Yiré
Forte Abraço,
Uanderson
Que bom vê-lo por aqui novamente.... Precisa exercitar esse dom maravilhoso de escrever também!!!!
ResponderExcluirA paz de Cristo, meu irmão.....
Josi.....