Resenha do artigo “Promoção da saúde e qualidade de vida”
Paulo Marchiori Buss (Fundação Oswaldo Cruz em 2000)
Paulo Marchiori Buss (Fundação Oswaldo Cruz em 2000)
Para a promoção da saúde da população, os ambientes físico e social determinam e condicionam a resposta biológica do individuo. Faz-se necessário uma revisão da atuação médica, não como força interna da medicina, mas sim de fatores macrossocias que influenciam na qualidade de vida da população. Constituindo um grande desafio para enfrentamento e resolução de problemas de saúde é proposto uma integração de conhecimentos técnicos e populares, já previsto na carta de Ottawa, sendo um processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde.
Considerando a carta de Ottawa os pré-requisitos e perspectivas para a saúde não são assegurados somente pelo setor saúde, mais importante, a promoção da saúde demanda uma ação coordenada entre todas as partes envolvidas.
Este artigo enfoca em estratégias para que se possa promover saúde e qualidade vida onde o direcionamento aos indivíduos com projeção para a família ou grupos se torna inapropriada quando de depara com as doenças crônicas, que o indivíduo já está com a doença. Passa-se então a medidas preventivas sobre o ambiente e os estilos de vida e não mais individuais e famílias.
Porém como que muda o comportamento, com palestras em comunidades, escolas, UBS. Não é preciso estruturar políticas publicas, consolidadas e favoráveis ao desenvolvimento da saúde, onde as escolhas serão mais fáceis para se ter um estilo de vida mais saudável, reforçando as responsabilidades e direitos dos indivíduos e comunidade pela sua própria saúde.
Nessa perspectiva surgem os cuidados primários então definidos na declaração de Alma Ata, OMS 1978, cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias praticas, cientificamente bem orientadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance de famílias e comunidades. Esses cuidados expressam a necessidade de ação urgente de todos os governos e sujeitos sociais envolvidos com o setor saúde, no sentido de promoverem um ambiente de justiça social.
Um passo importante foram as grandes discussões ao logo desses anos que contribuíram para uma visão ampla e voltada para a melhoria da qualidade de vida humana.
Outra situação favorável é a autonomia municipal de buscar estratégias apropriadas para a sua população especifica observando os aspectos locais, como culturais, por exemplo. Mas fica a crítica, pois as estâncias acima dos municípios se aproveitam desta situação e deixam a desejar com suas obrigações forçando os mesmos assumirem papeis que muitas vezes não tem condições de financiamento.
Santa Teresa – ES, Dezembro de 2009.
Considerando a carta de Ottawa os pré-requisitos e perspectivas para a saúde não são assegurados somente pelo setor saúde, mais importante, a promoção da saúde demanda uma ação coordenada entre todas as partes envolvidas.
Este artigo enfoca em estratégias para que se possa promover saúde e qualidade vida onde o direcionamento aos indivíduos com projeção para a família ou grupos se torna inapropriada quando de depara com as doenças crônicas, que o indivíduo já está com a doença. Passa-se então a medidas preventivas sobre o ambiente e os estilos de vida e não mais individuais e famílias.
Porém como que muda o comportamento, com palestras em comunidades, escolas, UBS. Não é preciso estruturar políticas publicas, consolidadas e favoráveis ao desenvolvimento da saúde, onde as escolhas serão mais fáceis para se ter um estilo de vida mais saudável, reforçando as responsabilidades e direitos dos indivíduos e comunidade pela sua própria saúde.
Nessa perspectiva surgem os cuidados primários então definidos na declaração de Alma Ata, OMS 1978, cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias praticas, cientificamente bem orientadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance de famílias e comunidades. Esses cuidados expressam a necessidade de ação urgente de todos os governos e sujeitos sociais envolvidos com o setor saúde, no sentido de promoverem um ambiente de justiça social.
Um passo importante foram as grandes discussões ao logo desses anos que contribuíram para uma visão ampla e voltada para a melhoria da qualidade de vida humana.
Outra situação favorável é a autonomia municipal de buscar estratégias apropriadas para a sua população especifica observando os aspectos locais, como culturais, por exemplo. Mas fica a crítica, pois as estâncias acima dos municípios se aproveitam desta situação e deixam a desejar com suas obrigações forçando os mesmos assumirem papeis que muitas vezes não tem condições de financiamento.
Santa Teresa – ES, Dezembro de 2009.
“Promoção da saúde e qualidade de vida”
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